A inscrição será feita usando o  formulário que está na página web www.14eflac.org no período de 24 de abril a 24 de julho. Existe um máximo de inscrições permitidas para as pessoas residentes no Uruguai, Brasil e Argentina. Use o formulário correspondente a sua residência:

Inscrições ALC

Inscrições ARGENTINA

Inscrições BRASIL

Inscrições URUGUAY

A cota da inscrição para o 14 EFLAC deve ser paga antes de completar o formulário seguindo as opções

U$D 50 – Sim hotel + almoço e lanches (EFLAC)

U$D 110 – Hotel 2 estrelas com café da manhã (no hotel), almoço e lanches (EFLAC)

U$D 180 – Hotel 3 estrelas com café da manhã (no hotel), almoço e lanches (EFLAC)

U$D 250 – Hotel 4 estrelas com café da manhã (no hotel), almoço e lanches (EFLAC)

Todas as opções são para 2 pessoas por quarto.

Os hotéis serão assignados pela organização do EFLAC. Os participantes podem selecionar o tipo de hotel de sua preferência, pagando o preço correspondente a esse tipo de hotel

Uma vez confirmado o pagamento receberão a confirmação da inscrição que poderá demorar entre 10 y 15 dias.

Os recibos de pagamento deverão ser apresentados durante o Encontro.

 Para residentes no Uruguai

Antes de preencher o formulário de inscrição devem pagar a cota de inscrição para o 14 EFLAC fazendo uma transferência por Abitab a nome de Yelitza Pernia CI 6.091.810-8

Depois de feito o pagamento devem completar o formulário de inscrição indicando o nome e o número do documento da pessoa que fez o pagamento. Sem esses dados não será possível realizar a inscrição. Se uma pessoa faz um deposito que corresponde a várias inscrições no momento de preencher o formulário, deve preencher um para cada uma das pessoas indicando o nome e o número de documento de quem fez o pagamento.

Para pessoas não residentes no Uruguai

O pagamento da inscrição deverá ser feito através de transferência por Western Union em nome de Elena Fonseca CI 577.578-7

Depois que foi feito o giro por Wester Union deverá completar o formulário informando o número da transferência e o nome da pessoa que fez o giro. Sem esses dados não será possível realizar a inscrição. Se uma pessoa deposita numa mesmatransferência o dinheiro de várias inscrições, no momento de preencher o formulário deverá informar o nome de quem fez a transferência e o número da transferência.

Atualização de noticias

Maio 2017

Informativa Nº1

Diversas mas não dispersas !!!!

 

 CONSULTA REGIONAL

17 DE MARÇO -17 DE MAIO

DEBATE COLETIVO PARA PROPOSTAS COLETIVAS

A Comissão de Metodologia e Conteúdos da Organização nacional convoca de todas as feministas interessadas nos debates da sobre os temas para o 14º Encontro Feminista Latino-americano e do Caribe (EFLAC) para uma consulta regional e nacional.

Como é habitual nos Encontros Feministas, cada organização ou coletivo teráo espaço de autoconvocação para levar adiante suas propostas. A ficha de inscrição para as atividades de autogestionadas será publicada em breve no portal 14eflac.org

Para contribuir com propostas de conteúdos entrar e completar o formulário: PROPOSTAS

 

Metodologia do Encontro

A maioria das integrantes da nossa comissão organizadora é composta por feministas que não participaram em reuniões anteriores, portanto, para construir a metodologia que apresentamos para consulta, temos contado com a análise deEFLACs anteriores, como o da Colômbia e do Peru. Revendo a proposta metodológica de ambos optamos pela promoção de debates coletivos em assembleias sem mesas expositivas. A riqueza das experiências feministas habita a possibilidade de compartilhar as mesmas, no XIV EFLAC (23,24,25 de novembro de 2017), com regras assumida coletivamente e princípios que conformam o acervo feminista.

Partimos dos seguintes princípios:

– a necessidade de dar voz a todas as experiências, sujeitas e lutas para a abrir a palavra e escuta coletiva;

– entender as diferenças dentro do movimento, como um valor de pluralidade e liberdade de pensar e fazer;

– Recuperar os saberes surgidos das lutas, em contextos concretos,com sua história e desigualdades que cruzam a vida das mulheres recortadas por  questões de raça, etnia, orientação sexual, classe, idade, entre outras.

– Apostar no diálogo como uma política contra a cultura hegemônica que visa  construir um “nós” na pluralidade e diversidade e que reconheça as desigualdades que nos permeiam.

– Compartilhar e aprender linguagens, olhares e expressões que questionam práticas heteronormativas, etnocêntricas, centrada em adultos e excludentes.

– Unir a palavra e o corpo em movimento, reflexão e ação e recuperar as culturas locais, territoriais e modos de ser e estar tanto como pessoa, como quanto coletivo.

Propostas sobre Trabalho Corporal

Os Encontros Feministas têm realizado, desde o seu surgimento, a reflexão e aos trabalhos de corpo.De forma exploratória foi incorporado, cada vez com maior ênfase, diferentes propostas de trabalho corporal, associando-as, fundamentalmente, ao autocuidado. O tema dos corpos é central para a teoria, reflexão e a ação feminista, tanto que a sua sujeição tem sido arma e expressão fundamental da opressão patriarcal.

Desta vez, propomos um passo a mais nessa direção, tentando maneiras de superar a dicotomia corpo-intelecto, encontrado no núcleo do pensamento hegemônico, no sistema de sexo-gênero que domina nossas sociedades.

Queremos superar a instância de ter espaços para pensar e trocar ideias e outros separados para o trabalho corporal, utilizando a experiência do corpo e do movimento como um método de abordagem do conhecimento e criação coletiva. A abordagem do conhecimento do corpo pode incluir dimensões vivenciais, expressivas e emocionais sem excluir o trabalho intelectual, mas complementá-lo com maior densidade e força.

Podemos usar diferentes exercícios de movimento, por exemplo:Para desbloquear a reflexão e intercâmbio de uma determinada temática; para nutrir uma discussãoa partir da vivência corporal;para destravar um intercâmbio que não está fluindo;para concluir um intercâmbio em sua expressão corporal e vivencial.

Organizativamente a proposta implica em constituir um grupo de feministas que tenham preparação neste campo e se entusiasme com o desafio.

Estas devem resolver de que maneira e em que temas podem se incorporar ao trabalho de coordenação, das assembleias para utilizar essas ferramentas. Alguns dispositivos são estabelecidos a priori e outros podem ser improvisados de acordo com o processo e o intercâmbio. Para a improvisação se necessita de gente com conhecimento e experiência.

Convocamos a todas as que desejemsomar-se,a montar uma equipe regional para encarar este desafio. As auto – propostas devem ser encaminhadas à Comissão Organizadora do XIV EFLAC.

Espaços e ferramentas metodológicas

Momentos do dia.

Manhãs– Rural del Prado.

Assembleias simultâneas em torno dos eixos que serão definidos no mês de maio, uma vez encerrada a consulta pública nos universos feministas.

Esse momento será dedicado ao trabalho coletivo regional, realizando de forma simultânea assembleias temáticas que acontecerão em duas manhãs do Encontro. Culmina no terceiro dia com uma plenária de todas as assembleias quandose definirá a sede do próximo EFLAC.

Tardes  – Rural del Prado

Atividades autoconvocadas, debates, diálogos promovidos pelos participantes. Atividades artísticas e expressivas.

Atividades Lúdicas.

Noites – Centro de Montevidéo

Música, Cinema, Teatro, Tertulias.

Lugar do Encontro: RURAL DEL PRADO

O Prado é uma zona residencial antiga e rural de Montevidéo. Anualmente nesse espaço acontece a feira de gado e outros grandesEventos e poderá abrigar inúmeras feministas.

Nós escolhemos esse espaço por contar com áreas verdes à nossa volta, áreas ao ar que propicia atividades artísticas e lúdicas. O espaço foi cedido pela Prefeitura de Montevidéoe está localizado a 15 minutos do centro da cidade, rodeado por grandes jardins e com grandes espaços para acomodar a cidade feminista.

Eixos propostos para o debate coletivo até 17 de maio de 2017.

Trabalhamos alguns conteúdos que são definições abrangentes e amplas e requerem propostas de desenvolvimento mais delimitadas. Convocamos as redes e organizações do nosso amplo movimento a propor equipes para a moderação dos debates e a definir os conteúdos prioritários a encarar.

Procuramos representar a diversidade de pontos de vista, identidades e territórios de nossa região.

Os temas propostos até agora são os seguintes:

  1. Corpos, subjetividade e direitos
  2. Racismo, interseccionalidade das lutas
  3. Desafios e perspectivas da economia feminista
  4. Democracia e Estado laico: enfrentando os fundamentalismos
  5. Os nomes dos feminismos: feminismos localizado, diversos e plurais
  6. Guerras, violências e expulsões.
  7. Violências e resistências. Nem uma a menos
  8. Autocuidado, proteção e bem viver feminista
  9. Tensões e debates com a esquerda.
  10. Diversidade, autonomia e poder: dilemas e desafios
  11. Resistências coletivas: terra e território.
  12. Contracultura feminista

CONVOCAMOS A TODAS A PARTICIPAR

 DE UM FORO VIRTUAL

4, 5, 6 DE MAIO de 2017

O OBJETIVO DO FORO É INTERCAMBIAR SOBRE A METODOLOGIA E OS TEMAS DAS ASSEMBLÉIAS.

Com os aportes e resultados do intercambioa Comissão deConteúdos e  Metodologiado XIV EFLAC elaborará a proposta final.

Saudações feministas ….

Eixos elaborados pela Comissão de conteúdos com os aportes recebidos da Consulta Regional

As assembleias são espaços de debate que funcionarão simultaneamente nas manhãs dos dias 23 e 24 de novembro. As indicações temáticas de cada um dos eixos não são taxativas, mas são possíveis orientações e propostas por quem participou da consulta. Sugere-se ter uma breve apresentação do tema, que deverá ser preparado por alguma ativista ou rede da região, para dar o pontapé dos debates. É importante ter em conta que as assembleias funcionarão por mais de três horas e que devem propor para a plenária   da assembleia do ultimo dia, eixos de ação possível a nível regional.

1. Corpos, subjetividade e direitos

 Corpo e imagem. Direito à sexualidade, à liberdade e aos direitos reprodutivos. Aborto Legal. Violência Institucional. Normativa patriarcal. Mulheres, natureza y ancestralidade. Estratégias regionais.

2. Racismo e discriminação (descrição da construção da sociedade racializada)

Intersetorialidade das opressões e das lutas. Identidade racial, gênero, vozes e expressões das resistências. Corpo racializado. Epistemologia feministas. Empoderamento da estética negra. Reconhecimento dos saberes ancestrais.

3. Desafios e perspectivas da economia feminista

Cuidados. Sustentabilidade da vida. Trabalho remunerado e não remunerado. Divisão sexual do trabalho. Racismo e economia.

4. Democracia, Estado Laico e fundamentalismo (incertezas do momento político)

O movimento conservador: “Ideologia de gênero”. Secularização da política. Grandes projetos extrativistas, ameaças à sociedade. Consumismo e urgência. Democracia e racismo. Violências urbanas, perspectiva das mulheres e resistências feministas.

5. Os nomes dos feminismos

Neste eixo deverá debater como reconhecer nossas diferenças políticas, estratégias, táticas. Porém, ao tempo para fazer coisas juntas.

Feminismos populares. Feminismos autônomos. Feminismos indígenas. Feminismos comunitários. Eco feminismo. Transfeminismo. Feminismos Queer. Feminismo descolonial. Feminismos Afro.

6. Guerras e resistência coletiva. Expulsões, terra e território

Defesa dos DDHH, perseguição de ativistas e criminalização. Grandes projetos transnacionais extrativistas, seus impactos nos direitos das pessoas. Processo de paz, a perspectiva das mulheres e sua participação. Relação entre lutas de defesa do território e feminismos. Violências urbanas, perspectiva das mulheres e resistências feministas.

7. Violência de gênero. Nem uma a menos

O núcleo duro da violência: O que não vemos? Novas expressões feministas –  Ações e reações. Articulação entre organizações e políticas públicas.  Monitoramento das organizações feministas no cumprimento das obrigações dos Estados quanto aos Direitos Humanos das Mulheres. Boas práticas feministas em relação à prevenção e defesa do direito de viver livres de violências na região. Violência racial.

8. Autocuidado, proteção e bem viver feminista/falemos de amor

Proteção às mulheres despatriarcalizando os homens. Pensar formas de vínculo de amor desde uma perspectiva feminista. Pedagogia e cultura de paz. Redes de  cuidado    para    as    mulheres    toxicomanas    em    situação    de vulnerabilidade.

Sustentabilidade feminista, lutas e resistências. Cuidar dos nossos espaços e apoiar- nos do amor, combatendo às relações patriarcais desde o interior dos nossos coletivos. “autocuidado, proteção e bem viver feminista. Metodologias  experimentais de biodança; taping para cura emocional; pintura e construção de uma ética para cuidados.

9. Diversidade, autonomia e poder: dilemas e desafios

Práticas feministas sobre a igualdade e não discriminação da  diversidade. Autonomia das mulheres e exercício de poder nos movimentos feministas. Diversas mas não dispersas: igualdade e poder nos feminismos.

Diversas mas não Dispersas!